
domingo, 29 de novembro de 2009
.Falta-me!.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009
.Abrindo minhas manias...

Bem dizem: "cada louco com sua mania!". Em uma noite de chuva (e caos urbano!rs), sem mais nada para fazer, resolvi enumerar as minhas! Você já parou para contar quantas manias tem? Eu tenho inúmeras! Vou tentar colocá-las aqui (certamente vou desistir na metade!rs)... espero que nenhum amigo psicólogo me mande internar após ler isso!
Vamos lá:
. cobrir os ouvidos ao dormir
. apertar os dedos quando estou nervosa
. cheirar o copo antes de colocar a bebida
. "chacoalar" biscoitos antes de cada mordida
. deixar o macarrão com mais queijo ralado por último
. morder o canudo
. contar alfabeto quando tiro anel de lata do refrigerante
. fazer sempre pelo mesmo caminho
. escrever com o caderno torto (quase deitado!rs)
. tirar as ervilhas da comida
. comprar meias!
. não rasgar pacotes
. pisar só no preto/branco nas calçadas listradas
. passar o dedinho pelo papel quando acabo de escrever
. colocar a mão no palco antes de entrar em cena
. falar sozinha (O.õ)
. escovar os dentes andando pela casa
. apertar botões vermelhos!rs
. acender as luzes de todos os comodos quando chego em casa
. colocar o cabelo prá tras da orelha enquanto converso
. comer lanches e chocolates sempre por uma mesma ordem (da esquerda para a direita, essas coisas)
. lavar as mãos muitas vezes (antes mesmo da suína!rs)
Essas são as que eu lembrei (ou pelo menos as que eu quis contar!rs). Devo ter TOC! O.o ... São tantos anos convivendo com as mesmas manias que elas nem me incomodam mais.
Afinal...
"De ator, médico e louco... todo mundo tem um pouco!"
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
.Intimista.

E fui seguindo viagem cá dentro de mim...
...e quanto mais eu me perdia, mais de mim eu achava.
Encontrei um choro contido, uma risada escancarada. Um dia de sol bonito, uma primavera enluarada. E vi que era tudo sentimento... não tinha concreto, não tinha cimento, não tem porta de madeira... é só alma que tem aqui dentro!
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
.Da saudade.

"Saudade é um pouco como fome
Só passa quando se come a presença.
Mas às vezes a saudade é tão profunda que a presença é pouco:
quer-se absorver a outra pessoa toda.
Essa vontade de um ser o outro para uma unificação inteira é um dos sentimentos mais urgentes que se tem na vida."
Clarice Lispector
Tenho pensado muito sobre a saudade. Pensado e sentido.. como tenho sentido saudade. Saudade daquele amor de longe, das pessoas que já se foram, dos amigos perdidos pela vida, da infância e de todos aqueles momentos bons que a gente sabe que não voltam mais!
Mas é certo que a que mais tem me doído e lamentado é a saudade daquele amor.
Essa saudade de amor para mim é tão urgente! Isso mesmo! U-r-g-e-n-t-e! Como pode amando-se alguém não querê-la a todo momento! O amor, quando é intenso (e é!), tem sempre uma certa urgência! Quer ter a coisa amada bem pertinha, praticamente grudada.. praticamente sendo só um! É essa terrível saudade não conscentida, que não sabe esperar assim contida, saudade querendo se suicidar! É dessa saudade que eu sofro!
Tudo muito piegas, eu sei... mas tem coisa mais piegas que o amor? E tem coisa melhor do que ser piegas amando!? Não, não tem!
Saudade urgente da coisa amada.
Saudade com todas as suas formas, seus cheiros e sabores.
Sim... porque saudade também tem cheiro, tem forma, tem sabor.
A minha hoje tem forma de viola, tem cheiro de café, gosto de beijo bom.
A minha saudade tem nome e endereço.
Minha saudade tem afeto e tem apreço.
Minha saudade lembra música estranha e bobeirinhas de amor.
Lembra risada alta e travesseiradas prá acordar.
Saudade que lembra olho no olho e jeito manso de falar.
Lembra dormir abraçado e conversa até a noite acabar.
É saudade que lembra ônibus da Capriolli e telefonema na estrada.
Mensagem no meio do caminho, lembrancinha de namorada.
Lembra casa boa de sogra e amizade de cunhada.
Lembra visita do amado e carro subindo na calçada.
Minha saudade me lembra pizza e bronca de namorado.
Lembra ciume bobo, lembra medo de um amor passado.
Essa minha saudade que me lembra sorriso de sobrinho e brincadeira no colchão.
Que lembra falar tchau no domingo, choro contido quando passa um quarteirão.
Saudade minha que lembra conversa no msn, email de madrugada, cartinha escondida.
Telefone tocando, mensagem chegando, tristeza contida.
Passarinho beija-flor, ciranda divertida, carinho especial.
Encontro inusitado... o mais lindo namorado... e essa saudade letal!
jtm*
----------------------------------------------------------
Imagem: gravura de Joe Sorren
----------------------------------------------------------
*Recomendo*
° Filme: O Menino do Pijama Listrado
° Livro: A menina que roubava Livros - de Markus Zusak
° Música: Nô Stopa - linda e encantadora cantora paulistana (link do myspace da Nô aí do lado em "Musica")
-----------------------------------------------------------
Evohé, axé, inté!
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Tão igual ser diferente!

quarta-feira, 22 de julho de 2009
Da vida quem sabe lá?

quarta-feira, 15 de julho de 2009
Quase...

"Ainda pior que a convicção do não é a incerteza do talvez, é a desilusão de um quase.
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga,
quem quase passou ainda estuda,
quem quase morreu está vivo,
quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto.
A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma.
Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você.
Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu."
...ainda sobre as metades!...
...sobre viver no morno...
...sobre outonos ao invés de primaveras...
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Estranhas...
Gosto do que transborda.. chega desse mundo comedido de palavras poucas, sentimentos tímidos, pessoas retraídas em si mesmas. Se é prá ser pouco... não é prá mim! Gosto do que ousa ser!
Mundo chato esse onde se vive de metades... prá mim.. ou é inteiro.. ou não é!
E me desculpe quem não pensa assim...
segunda-feira, 22 de junho de 2009
.Sou sua flor...

domingo, 7 de junho de 2009
.Mais do mesmo...
...ando sem criatividade.. e com uma puta preguiça!!!...
terça-feira, 2 de junho de 2009
Das pessoas...

segunda-feira, 1 de junho de 2009
quarta-feira, 27 de maio de 2009
.Lembrar de não esquecer...

segunda-feira, 25 de maio de 2009
Dia do Sapateado!

Esta data surgiu da assinatura de uma Lei pelo governo americano, regido pelo então presidente George Bush, resultado de um arduo trabalho de Nicola Daval, Carol Vaughn e Linda Christensen do "Tap America Project" (TAP). A oficializaçao aconteceu no dia 7 de novembro de 1989, e o dia escolhido foi 25 de maio justamente por ser a data de nascimento de Bill "Bojangles" Robinson, ícone precursor do sapateado americano e um de seus nomes de maior expressao em todos os tempos. O dia 25 de maio virou então "Dia Nacional do Sapateado" nos Estados Unidos e imediatamente a comunidade sapateadora espalhada por todo o mundo assumiu esta data para marcar comemoraçoes anuais.
domingo, 17 de maio de 2009
.Me encontrando...

sexta-feira, 8 de maio de 2009
....

quinta-feira, 30 de abril de 2009
.Terapia.

segunda-feira, 27 de abril de 2009
.Dos sonhos...

sexta-feira, 24 de abril de 2009
.Meu caminho...
quinta-feira, 26 de março de 2009
.Da Vocação...

Costurar as feridas e amar os inimigos que odiar faz mal ao fígado, isso sem falar no perigo da úlcera, lumbago, pé frio. Amar no geral e no particular e quem sabe nos lances desse xadrez - chinês imprevisível. Ousar o risco. Sem chorar, aprendi bem cedo os versos exemplares, não chores que a vida/ é luta renhida. Lutar com aquela expressão de criança que vai caçar borboleta, ah, como brilham os olhos de curiosidade. Sei que as borboletas andam raras mas se sairmos de casa certos de que vamos encontrar alguma... O importante é a intensidade do empenho nessa busca e em outras. Falhando, não culpar Deus, oh! por que Ele me abandonou? Nós é que O abandonamos quando ficamos mornos. Quando a vocação para a vida começa a empalidecer e também nós, os delicados, os esvaídos. Aceitar o desafio da arte. Da loucura. Romper com a falsa harmonia, com o falso equilíbrio e assim, depois da morte - ainda intensos - seremos um fantasminha claro de amor."
(Lygia Fagundes Telles)
domingo, 15 de março de 2009
.De mim...

terça-feira, 3 de março de 2009
.Intensa!.

domingo, 1 de março de 2009
Você tem sede de quê?

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
.Ter ou não ter namorado?!.


Não tem namorado quem transa sem carinho, quem se acaricia sem vontade de virar lagartixa e quem ama sem alegria.
Não tem namorado quem faz pactos de amor apenas com a infelicidade. Namorar é fazer pactos com a felicidade,ainda que rápida, escondida, fugidia ou impossível de curar.
Não tem namorado quem não sabe dar o valor de mãos dadas, de carinho escondido na hora que passa o filme, da flor catada no muro e entregue de repente, de poesia de Fernando Pessoa, Vinícius de Moraes ou Chico Buarque, lida bem devagar, de gargalhada quando fala junto ou descobre a meia rasgada, de ânsia enorme de viajar junto para a Escócia, ou mesmo de metrô, bonde, nuvem, cavalo, tapete mágico ou foguete interplanetário.
Não tem namorado quem não gosta de dormir, fazer sesta abraçado, fazer compra junto. Não tem namorado quem não gosta de falar do próprio amor nem de ficar horas e horas olhando o mistério do outro dentro dos olhos dele; abobalhados de alegria pela lucidez do amor.
Não tem namorado quem não redescobre a criança e a do amado e vai com ela a parques, fliperamas, beira d’água, show do Milton Nascimento, bosques enluarados, ruas de sonhos ou musical da Metro.
Não tem namorado quem ama sem se dedicar, quem namora sem brincar, quem vive cheio de obrigações; quem faz sexo sem esperar o outro ir junto com ele. Não tem namorado que confunde solidão com ficar sozinho e em paz. Não tem namorado quem não fala sozinho, não ri de si mesmoe quem tem medo de ser afetivo.
Se você não tem namorado é porque não descobriu que o amor é alegre e vive pesando 200Kg de grilos e de medos. Ponha a saia mais leve, aquela de chita, e passeie de mãos dadas com o ar. Enfeite-se com margaridas e ternuras e escove a alma com leves fricções de esperança. De alma escovada e coração estouvado, saia do quintal de si mesma e descubra o próprio jardim. Acorde com gosto de caqui e sorria lírios para quem passe debaixo de sua janela. Ponha intenção de quermesse em seus olhos e beba licor de contos de fada. Ande como se o chão estivesse repleto de sons de flauta e do céu descesse uma névoa de borboletas, cada qual trazendo uma pérola falante a dizer frases sutis e palavras de galanteio.
Se você não tem namorado é porque não enlouqueceu aquele pouquinho necessário para fazer a vida parar e, de repente, parecer que faz sentido...."
(Carlos Drummond Andrade)

sábado, 7 de fevereiro de 2009
.Agarrei João Cabral...

Sim sim, isso mesmo que vocês leram. Eu literalmente (põe literalmente nisso) AGARREI João Cabral de Melo Neto!
Entrei na livraria já com os dedinhos coçando... eu ia comprar um livro! Sim eu ia! Só ainda não sabia quem eu ia levar comigo. Sabia que queria poesias. Pensei em Cora Coralina, Adélia Prado, Vinicius de Moraes, e até Chico César (sim o da "minha mãe é mãe solteira" - ele escreve bem gente, juro!)... Mas foi fussando em uns livros que estavam lá embaixo (abatidos, desmotivados!rs) que encontrei ELE. O homem. O homem personificado em folhas bem colocadas e papel bonito.
Sempre fui fascinada pelo mundo de João Cabral.. e tê-lo em minhas mãos foi como se todo esse mundo fosse meu naquele instante. Agarrei. Agarrei e não larguei mais. Foi como se ELE já fosse meu, como se estivesse esperando por mim naquele cantinho escondido da livraria.
Não tive mais dúvidas.
Era ELE.
Paguei.
Saí da livraria com os olhos mais brilhantes que diamante lapidado.
Era uma felicidade juvenil... um sorriso de orelha a orelha. Nada era tão interessante prá mim, naquele momento, quanto tê-lo em minhas mãos. Nada. Nem as roupas nas vitrines do shopping, nem as super ofertas das lojas, nem o cheiro do café vindo de longe. Ok. O cheiro do café me fez parar por dez segundos. Um suspiro demorado. Um degustar quase poético. E segui. Segui com cóseguinha na barriga de vontade de saboreá-lo. Não. Não o café. O livro!
Quase chegando em casa, não aguentei. Resolvi sentar ali na padaria mesmo.
Boa tarde.
Opa o degrau!
Obrigada.
Um café com leite, por favor.
Bem forte. (gosto do café bem forte!)
Senti o cheirinho do café.
Humm...
Um primeiro gole....
O olhar afincado no livro.
Abri.
Dedilhei com cuidado as primeiras páginas.
Senti seu gosto.
Fui devorando aos poucos cada verso.
Mais um gole do café.
Como era delicioso.
Era dos sabores o que mais gostava de provar.
Sempre gostei.
Para mim.. esse gosto que não se sente (só se sente!), é o melhor gosto que a gente pode sentir!
Lambi as pontas dos dedos todos....
Evadi-me.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
.Me revelar...

"Tudo aqui!
Quer me revelar
Minha letra
Minha roupa
Meu paladar
O que eu não digo
O que eu afirmo
Onde eu gosto de ficar
Quando amanheço
Quando me esqueço
Quando morro de medo do mar...
Tudo aqui!
Quer me revelar
Unhas roídas
Ausências, visitas
Cores na sala de estar...
O que eu procuro
O que eu rejeito
O que eu nunca vou recusar
Tudo em mim quer me revelar...
Tudo em mim!
Quer me revelar
Meu grito, meu beijo
Meu jeito de desejar
O que me preocupa
O que me ajuda
O que eu escolho prá amar
Quando amanheço
Quando me esqueço
Quando morro de medo do mar
Tudo aqui!
Quer me revelar
Unhas roídas
Ausências, visitas
Cores na sala de estar...
O que eu procuro
O que eu rejeito
O que eu nunca vou recusar
Tudo em mim quer me revelar..."
Acho que essa música combina um tanto com o blog! E com a dona dele também!
Em um dia não muito inspirada como esse... deixo a letra da canção e essas poucas palavrinhas perdidas.
Logo mais escrevo..
"tem dias que não tem tarde..."
ééé...
Um beijo e um tchau!
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Do Amor - Parte II...
Acho que no fundo ele simplesmente via o amor assim... como um abraço curto.
Um abraço curto prá não sufocar. Para não sufocar-se!
Era estranho o modo como tratava do amor, sempre dizendo que isso não era coisa para ele. Ás vezes me pergunto se algum dia haveria de amar alguém. Ou se foi justamente por amar demais e sofrer as dores que o amor carrega, que foi se esconder atrás da casca grossa. Pode ser. Na verdade, em anos de amizade era o único assunto que não havia entre nós... essa coisa que a gente chama de sentimento.
Como me intrigava descobrir o que se escondia atrás da máscara de "cara mal". Não seria possível ser má pessoa.. isso não.. nunca foi. Mas como tratava com frieza e indiferença o amor. Tem gente que parece que tem medo de amar... sei lá.. tem medo de viver as "dores e delícias" que esse sentimento tráz. Acho que tem que ser muito corajoso para amar...muito corajoso mesmo! Mas como poderia não ter coragem quem sempre foi para mim como um "Clark Kent"? Sempre achei que fosse o cara mais valente do mundo... uma pessoa que me dizia as coisas sempre com tanta certeza.. que vivia em tantos lugares diferentes e que tinha tão forte aquele desapego que eu tanto invejava...só podia mesmo ser muito valente!
Talvez isso fosse coisa da minha cabeça de menina.. que pulsava mais com o coração do que com o resto.
Talvez o que eu não conseguisse enxergar é que atrás da cara amarrada de quem sabe tudo sobre si.. havia também um menino. Havia um não saber que, sabia. Havia um medo escondido desse não saber, não sei o que.
Talvez agora eu enxergasse...
Ele via o amor como um abraço...
...um abraço curto...
...um abraço curto prá não sufocar!...
"... cada um ama do jeito que se deseja amar!..."
...e vamos pensando um pouco ainda mais sobre isso..
ééé..
pois é!
domingo, 1 de fevereiro de 2009
1° de Fevereiro de 2009

28 dias.. 4 semanas... 7 dias cada semana...
Sendo hoje um domingo.. e por acaso, o primeiro dia do mês.. terminaremos o mês exatamente em um sábado!
É o mês perfeito...
Todos os dias bonitinhos!
Quadradinho!rs
Lindo né!rs
Essa postagem é bem aleatória.. mas devido a uma conversa que tive com uma amiga ontem, não pude deixar de colocar aqui a observação sobre o respectivo mês!
Que seja perfeito também nos fatos.. no dia-a-dia.. na vida real!
Dehhh amiga.. esse post é prá você!rs
Daqui a pouco venho escrever mais... sobre algo mais interessante que o nosso mês de forma perfeita.
Algo mais "bonitinho" que o quadrado perfeito deste fevereiro de 2009!
Mas o encanto.. ahh isso foi inevitável!
2009 vai ser bom.. tem até fevereiro perfeito... o que dirá o resto do ano!
Evoé!!!
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
.Do amor... - parte I.

sábado, 24 de janeiro de 2009
...

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
.Quando a alma pede...
Primeiro vem a ansiedade da espera, o estalar dos dedos a esperar o próximo, o friosinho na barriga de se saber o que vem depois do estalo. Depois são os olhos.. miúdos... pequeninos... assim com um brilho que não os cabem, de encontro aos dela foi como se o mundo girasse em rotação máxima numa velocidade maior que a da luz! Então finalmente o abraço. Sentir o corpo tímido do primeiro (primeiro?) encontro... o abraço que cabe tão bem (como se fossem feitos um para o outro!), apertado como a saudade que fazia apertar o peito.
Mãos dadas com o carinho de querer por perto o que antes era distante.
Andaram pela cidade como fazem os casais de namorados que passeiam sem pensar nos ponteiros do relógio.
Descobriram-se um tanto mais, descobriram-se um no outro.
Disseram coisas bonitas, bobeiras (des)necessárias... Depois o silêncio que cala o outro. O silêncio que falando tão pouco diz tão mais sobre o que se sente.
O colo que afaga o corpo, o coração, a alma.
Essa alma que pedia por afeto.... a alma que pedia por outra alma para juntas dividir.
E quando chegou o momento, novamente, de se despedirem e levarem consigo as lembranças bobas e bonitas do dia em que o encontro se deu!, essa alma desvairada fez o peito se apertar num tanto de doer, fez a saudade reaparecer e a vontade de ter perto o outro aumentar.
Entrou no ônibus com os olhos serenos de homem feito (tão menino pro carinho seus!), ela ficou a esperar-lhe despedir-se.... com a boca calada enquanto o peito gritava em desespero pela volta do que nem ainda havia se ido.
Foi-se. Ela também foi. Levou consigo os segundos todos em que o corpo se aproximou como a alma já havia feito. Levou a vontade do próximo encontro. Levou o cheiro, o gosto do beijo, os gestos todos.
E agora a espera do novo... a vontade que vai crescer cada dia seguinte a esse.... as conversas que se seguirão... a saudade boa de se sentir!
Corto o ponto final
Fico com as reticências
Foi bonito e assim será
(...)
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
...Reinventando...
A vida tá bagunçada (uma bagunça boa) e é tanta coisa acontecendo que me dá vontade de escrever sobre elas! É a cidade que me encanta de novo.. é a metrópole de que sinto saudade... é um novo possível amor... é a possibilidade de revitalização que ele me traz... é o antigo (isso exixte?) amor que agora é visto sob uma outra dimensão... são as coisas divertidas dos fins de semana com os amigos... é a nova Juliana que se reinventa para "melhor atendê-los" (satisfação garantida ou seu dinheiro de volta?rs)... é o quarto que será reformado.. é a alma que será reformada... é a saudade de tanta gente e a "matança" de saudade do outro tanto... são os novos amigos.. os novos lugares.. as coisas que foram.. as que são.. e as que provavelmente ainda serão!
Vou colocando aqui meu relicário de miudesas... e aos pouquinhos escrevendo sobre o que pela alma transborda!
Évoé, axé, inté!
domingo, 4 de janeiro de 2009
.Feliz tudo novo!...
Quero falar das coisas.. as tantas coisas..
A minha vida ta toda bagunçada de novo.. voltar prá casa dos pais é dificil minha gente.. não é tão fácil não! Se desapegar do que você demorou tannnto prá se apegar também não é! Mas vambora.. que a coisa tá feita e agora é só olhar prá frente e seguir com o "fogo no 'zói' " de sempre!
Eu descobri como é bom pensar primeiro em mim! Pensar em mim, aliás!rs E como é bom se livrar de coisas mal resolvidas... de histórias que atravancavam de certa forma o meu caminho! Livre cá estou.. livre, leve, solta, bela e muito feliz, obrigada!rs pronta prá outra.. pronta pro tombo seguinte.. e prá proxima reerguida.. porque o vaso é ruim e não quebra fácil não!
Eu conheci um alguém muito bacana... um alguém que fala bobeiras comigo.. um alguém que me faz rir de qualquer coisa... e eu to feliz demais por eu estar me permitindo isso pela primeira vez em 5 anos!rs
Quero o som da viola.. quero o brilho dos olhos... quero o abraço apertado.. quero a alma bonita!
Feliz cá estou!
Feliz vou ser sempre... porque meu caminho tá cravado em belezuras.. e não tem criatura em mundo nenhum que me faça mudar de idéia!rs
Ama a vida e segue..
Segue a vida e ama.. (mas ama muito!rs)
Me reinventando...
Me reconstruindo..
Ousando ser.. SEMPRE!
Xêro no cangote..
Vamo que vamo.... que atrás vem gente... e vem gente viu!rs
.ju das candongas.